A Vila de Dois Rios é um dos lugares mais visitados e fascinantes da Ilha. Os dois rios cristalinos que desaguam em suas areias claras deram nome à praia que, durante anos, abrigou o presídio Colônia Penal Cândido Mendes.
Uma praia encantadora. Porém o romantismo e a calma do lugar são verdadeiros antagonismos ao que ele já foi há anos, quando havia o presídio. Hoje só existem escombros.
As casas ao redor da praça eram moradia dos guardas do presídio, atualmente são ocupadas por ilhéus, pesquisadores, ciêntistas e técnicos da UERJ.
Por cerca de 90 anos a Praia de Dois Rios abrigou o Presídio da Ilha Grande. Hoje a vila é praticamente deserta. Apenas as casas onde moram os antigos funcionários da colônia penal e o centro de estudos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, persistiram ao tempo.
O comércio é escasso, mas alguns moradores servem refeições para os turistas que passam o dia por lá. Uma boa dica é pegar a estrada que sai do Abraão, caminhar cerca de 2 horas pela trilha (T14) e conhecer todas as histórias e belezas que esta linda praia pode nos oferecer.
A história da UERJ na Ilha Grande se inicia em 1994, quando o Governo do Estado do Rio de Janeiro concedeu à Universidade, por cessão de uso, a área que havia sido ocupada pela Colônia Penal Cândido Mendes.
A inauguração das atuais instalações do Centro de Estudos Ambientais e Desenvolvimento Sustentável (Ceads), em 1998, foi um acontecimento importante para as atividades de pesquisa, ensino e extensão na UERJ e, desde então, o monitoramento ambiental tem sido a tônica do trabalho do Ceads.
Apenas mais um ex-presidiário continua na ilha Grande, Júlio de Almeida, que aportou em Dois Rios em 1958 e até hoje cumpre pena, mas agora em regime de condicional e diz que dali não sai. Apaixonado pela Ilha e por Dois Rios, seu Julio parece até um tipico caiçara da Ilha.
Simpático ele sempre conta algum "causo" daqueles tempos aos turistas mais curiosos.
Hoje restam as ruínas, mas a beleza da praia e a simplicidade do antigo vilarejo atraem turistas de toda parte do mundo.
Em breve, muitas das histórias sobre o presídio poderão ser reconstituídas. O Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro (Aperj), com o apoio da FAPERJ, está recuperando a documentação do Instituto Penal Cândido Mendes (IPCM), desativado em 1994.
Os documentos foram descobertos sob os escombros do presídio, em 2002.
Dois Rios é a praia mais linda da Ilha Grande, hipnotizante!
mauricio brasilia 18/02/2010
porque o predio do presidio foi implodido? Sera porque os politicos que ali cumpriram pena (castigo) ficaram revoltados ou revoltado. Acabaram com a História da ilha.
eduardo rio de janeiro 30/01/2010
se alguém tiver fotos do presídio Candido Mendes me enviem por favor, pois não consigo achar fotos, somente pequenos trecho, mas tem muita coisa sobre a colônia dois rios. enviem para o email: eduardomezenga31@hotmail.com
valeria Paraná 04/01/2010
Pois é....
Tudo era proibido e depois liberaram pra se construir pousadas porque em?
Porque o pessoal foi expulsdo do lugar e depois foi liberado?
Só queria entender porque....e então pergunto o que teria acontecedido?
aguardo retorno
Jeferson Ferreira dos Santos Bangu - RJ 03/01/2010
Revisitando este ótimo site, deparei-me com alguns comentários sobre o péssimo estado de conservação do entorno do implodido presídio da Ilha Grande, situado em Dois Rios.
Algumas coisas não consigo entender: ?Por que o Sr. Brizola, então governador do Estado, mandou implodir um prédio de tanta importância histórica e política e, na época, não houve qualquer manifestação de nível político ou popular, já que as suas atuais ruínas despertam tanto interesse nos turistas que ali visitam e que sentem justa curiosidade em saber como eram as instalações do histórico presídio, que abrigou, além de criminosos comuns, tristemente famosos, também abrigou prisioneiros de guerra, tidos como espiões a serviço das potências do eixo, assim como prisioneiros políticos do tristemente período tido como revolucionário?
Por que a UERJ, instituição da qual fui aluno, assenhorou-se de Dois Rios, condenando as bem construídas casas (e por que não, históricas ?) e então bem cuidadas ruas e estradas, à decadência, destruição e invasão da mata circundante, transformando o ex belo lugarejo em cidade fantasma, para, ao meu ver, assegurar que o lugar, a par do interesse de pesquisas, passasse a ser uma espécie de colônia de férias exclusiva de seus funcionários (professores)?
E os ex moradores, não têm mais o direito de visitarem o lugar onde viveram? Muitos ali nasceram e também muitos tiveram ali enterrados os restos mortais de seus entes queridos. Impraticável a visita dos ex moradores agora, na sua maioria, idosos, haja vista que quase impossível enfrentarem o longo trajeto a pé, subindo e descendo motonhas, dado que é proibido o uso de qualquer condução motorizada, exceto as raras que são de uso exclusivo dos funcionários da UERJ e de alguns pouquissimos residentes que resistiram as tentativas de expulsão, através de medidas judiciais.
Finalmente, é proibido o pernoite naquele local, obrigando, com isso os visitantes, mesmo os que dali foram moradores a retornarem ao Abrahão no mesmo dia, o que é uma estupidez, sobretudo com os idosos.
É, no meu entender, a desprovida desculpa de fazer crer na preservação do meio ambiente (em detrimento do homem), para, assim, disfarçar descabíveis privilégios de uma pequena categoria profissional. (jefersonjfs13@hotmail.com)
Carlos Alberto Silva Teixeira Belém do Pará 02/01/2010
Estive nessa aprazível "Ilha" nos idos dos anos 60, passando um fim-de-semana, por conta de uma excursão da Escola Técnica "Darcy Vargas" - Ilha da Marambaia, (Restinga da Marambaia) onde eu morava e estudava, ainda no auge desse presídio, onde se concentrava os mais perigosos presos do Rio, tais como "Buda" Praga de "Mãe" e "Mineirinho".
A beleza diferenciada dessa "Ilha" começava a despontar por cada pedaço que terra, gota d´água, pureza de ar, fauna e flora que se aproximava dos nossos olhos.
Um verdadeiro paraíso ao céu aberto!
Ewerthon Araujo Barbosa Rio de Janeiro 18/12/2009
Adorei esse lugar, deixa saudades..mas com certeza irei mais vezes. É um lugar mágico de natureza deslumbrante.
daniele rio dejaneiro 10/12/2009
amei esse site muito bom so da mas vontade de voltar para esse lugar que e todo maravilhoso
ZOBÉ poço fundo mina gerais 08/12/2009
Que maravilha de ilha,indico a todos este passeio,lá tem tudo de maravilhoso é um verdadeiro Paraíso,inclusive o presídio,que impressiona por sua estrutura.
Alexandre Vieira (Alex) Manaus/AM 08/12/2009
Nossa,muitas saudades da ilha Grande e do 2 Rios.lembro-me quando trabalhava no Posto de Saúde que,ia vacinar as ciranças na Vila de 2 Rios,era o máximo....e ainda tinham os programas de controle da Hipertensão Arterial e de Diabetes que eu trabalhava...ô tempo bom demais.Hj estou em manaus,sou professorr da Universidade federal do Amazonas e Mestre em Biologia Urbana
Estou muito emocionada, meu coração dói de saudades de um passado que ficou aí na minha terra natal.
Sou filha do Juquinha Rosa e Aurea de Queiroz Rosa. Ainda tenho uma irmã morando aí que se chama Waldea e essa semana minha sobrinha vai encontra-la, eles vão passear no Abraão.
Se alguém lembrar de mim e quizer se comunicar comigo, meu email é: waldicearosa@yahoo.com.br.
Beijos para todos.
CRISTIANE BORGES Rio de janeiro 04/11/2009
eu acho que as autoridades deveriam tomar as devidas providencias sobre aquele espaço, porque eu acho que e uma pena um lugar da quele lugar poderia ser ocupado com alguma coisa, ate mesmo, porque vai muito turista visita e nao tem nada no lugar esta tudo abandonado ate as casas que as pessoas vivem la estao tudo caindo muitas as arvores ja ate jogaram no chao. no meu pensar o governo tem ate como ganhar alguma coisa em troca poderia investir no local e depois colocaria um meio de transporte para levar os turistas para conhecer o local cobrando um valor aquicesivo que os turistas eles nao visam valor eles querem e sair do pais deles e quando chegam num lugar desse eles querem conhecer tudo o que tem de bom nessa parte eles nao visao dinheiro. atensiosamente Cristiane borges