Na Ilha Grande, por incrível que pareça, ainda não há coleta seletiva do lixo produzido nas várias localidades e praias.
Um Termo de Ajuste de Conduta Ambiental (TAC) foi elaborado e apresentado em 2002, e até hoje, “não saiu do papel”. O TAC da Ilha Grande foi feito com o propósito de implementar o projeto de saneamento básico nas áreas mais populosas e o tratamento do lixo produzido na ilha.
Atualmente são produzidos cerca de 10 toneladas por dia de lixo em toda Ilha Grande, sem que nada seja reciclado.
Este termo de ajuste foi elaborado por diversos órgãos públicos como o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério Público Federal, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, o Estado do Rio de Janeiro, o Ministério Público Estadual, a Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente, o Instituto Estadual de Florestas, a UERJ e o Município de Angra dos Reis.
O problema é que existe uma legislação específica para cada unidade de conservação da ilha (Parque Estadual da Ilha Grande, Reserva Biológica da Praia do Sul e o Parque Marinho do Aventureiro).
As mesmas estão sujeitas à legislação federal, estadual e/ou municipal, constituindo-se um emaranhado jurídico que impõe inúmeras regras dificultando a gestão do conjunto.
Há conflitos e superposições de competências, o que dificulta em demasia a gestão ambiental do local. Muitas vezes um órgão interfere nas decisões do outro ou simplesmente se exime de agir.
Hoje, todo o lixo produzido nas várias localidades da ilha é recolhido e trazido para o continente em barcos alugados pela prefeitura, de onde são conduzidos para o Aterro Sanitário do Ariró, em Angra.
Para amenizar os custos com o lixo na Ilha Grande, estava prevista a construção de um Centro de Reciclagem de Lixo na Vila do Abraão, mas o IEF não liberou a área para a implementação do projeto, segundo a prefeitura.
A reciclagem ajuda a diminuir, significativamente, a poluição da água, do ar e do solo.
No processo de reciclagem, além de se preservar o meio ambiente, há a geração de renda e emprego.
O lixo orgânico produzido na ilha (sobras de vegetais, frutas, grãos e legumes) poderia ser utilizado na produção de adubo orgânico, para ser usado nos jardins das pousadas, em pequenas plantações ou quintais domiciliares.
Já o lixo reciclado poderia ser convertido em bônus para a comunidade como é feito no continente.
Também, segundo a prefeitura, os R$ 120 mil repassados pelo Estado, em 2006, através da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SEMADUR), destinados para a execução do posto de reciclagem no Abraão, foram usados na aquisição de equipamentos destinados à coleta seletiva e a educação ambiental apenas no continente.
Esperamos que estes impasses sejam resolvidos e que haja, o quanto antes, vários postos de coleta seletiva na Ilha Grande.
Oi gente!disculpe tudo mundo meu portugues! ha tres anos que passo ferias na ilha e fiquei totalmente apaixonada desse paraiso!!! E preciso que todos tomemos conta deli porque e nossa responsabilidad sua preservacao e em geral a preservacao de nossa casa: a terra!!!!sejamos atentos e faÇamos tudo o que esteja a nosso alcance para nao poluir: E POSSIVEL!!!!!!