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 História da Ilha Grande   
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Ilha Grande Linha do tempo D. Pedro II  
Dois anos após o Descobrimento do Brasil o navegador Gonçalo Coelho que já havia batizado o Rio de Janeiro, descobriu em 06 de Janeiro a Ilha Grande. A princípio eles pensavam que a Ilha fosse um continente e ao seu leste, a desembocadura de um grande rio.
O nome surgiu por índios Tamoios que a chamavam de "Ipaum Guaçu", expressão que significa Ilha Grande.
Local preferido pelos navegantes portugueses, espanhóis, ingleses, franceses e holandeses, a Ilha Grande foi palco da história do Brasil desde a época do seu descobrimento. Em 1559, Don Vicente da Fonseca foi designado pelo Reino de Portugal para tomá-la à posse lusitana e administrá-la.
História da Ilha Grande
Indios Tamoios - Ilha Grande Em meados do século XVI, começa uma longa e encarniçada guerra de resistência à colonização européia, a Confederação dos Tamoios (1554 a 1567 - foi a segunda grande luta de resistência social havida na história do mundo, antecedida pela insurreição asteca, em 1520 - tendo sido, no entando, de proporções e duração muito maiores), contra os invasores portugueses; os Tamoios tiveram ajuda dos franceses ("mair", como os chamavam os Tupinambás), enquanto que os portugueses (chamados de "peró") foram ajudados pelos índios Tupiniquins; bateram-se ao longo do litoral brasileiro numa surpreendente extensão que alongou-se do Espírito Santo até São Paulo, tendo sido a região de Angra dos Reis um dos principais redutos da resistência indígena, fato que retardou a sua colonização por mais de meio século.
Em 1803 o povoado obtém uma identidade jurídica: Freguesia de Santana da Ilha Grande de Fora. Tornou-se um famoso entreposto do tráfico ilegal de escravos até a abolição da escravatura em 1888. Somente depois de proclamada a República, em 1891, foram criados os dois primeiros distritos: Abraão e Sítio Forte, hoje Araçatiba.
No período de 1725 a 1764, com o avanço da cultura da cana-de-açúcar, começa a acontecer a colonização da Ilha Grande, num ciclo que se estenderá até a primeira metade do século XIX. O café, introduzido um pouco mais tarde, perdurou entre 1772 e 1890, chegando, inclusive, a ser exportado para a Europa. Com o término da escravidão, na segunda metade do século XIX, a cultura do café tornou-se inviavél e foi abandonada. A Ilha Grande entrou em um período de decadência. No mesmo período, ocorreu o fim da "Invencível Armada" Lusitana. Desse fato resultou a intensificação do contrabando do Pau-Brasil e muitos outros tipos de contrabando. No século XIX, D. Pedro II visitou a Ilha Grande. Ele ficou encantado pela sua beleza e tranqüilidade.
Resolveu adquirir a Fazenda do Holandês (hoje, Vila do Abraão) e a de Dois Rios. Na Fazenda do Holandês foi construído o Lazareto, que serviu de centro de triagem e quarentena para os passageiros enfermos que chegavam ao Brasil (mais especificamente nos casos de cólera) chegando a atender mais de quatro mil embarcações durante seus 28 anos de funcionamento.
D. Pedro II na Ilha Grande
Ipaum Guaçú - Ilha Grande A água para abastecer o Lazareto foi desviada do Córrego do Abraão, sendo para tanto construída uma barragem e o Aqueduto, um dos monumentos de maior importância histórica da Ilha Grande. Existe, ainda hoje, perto da barragem, o banco de pedra, denominado "Banco de D. Pedro", utilizado pelo Imperador para descanso.
Em 1903 foi criada a Colônia Correcional de Dois Rios. Por outro lado, o Lazareto foi desativado, passando a funcionar como presídio político. No final da Revolução Constitucionalista de 1932, seus internos passaram para a Colônia Correcional de Dois Rios. Posteriormente o Lazareto chegou a ser demolido, perdendo assim, a Ilha Grande, o seu mais importante patrimônio histórico e cultural.
Em 1940 foi construído em Dois Rios o Instituto Penal Cândido Mendes, com capacidade para mil presos de alta periculosidade. À convivência dos presos políticos do regime militar com os presos comuns, dentro dos muros do presídio, é atribuida uma das origens do chamado "crime organizado", pontuando com acontecimentos marcantes, tais como, fugas de helicóptero e outros, com ampla cobertura da mídia nacional e internacional; a presença do presídio vem notorizar a Ilha Grande, por aspectos diametralmente opostos à sua beleza natural e importante significação histórica. Presídio de Dois Rios - Ilha Grande
Barco Tenente Loretti - Ilha Grande No ano de 1994, o Governo do Estado do Rio de Janeiro, através do Governador Leonel Brizola, faz a demolição da maior parte das dependências do presídio. Com a decadência da agricultura, inicia-se a regeneração de capoeiras nas áreas abandonadas e etapas superiores de sucessão vegetal.
Hoje a atividade pesqueira veio substituir a agricultura decadente, e teve inicio na década de 30 do século XX, com a salga de peixe. Na década de 50, a pesca chega ao auge, quando chega a vinte o número de "fábricas de sardinha" instaladas na Ilha Grande.
Ultimamente, com o declínio da atividade pesqueira, inicia-se o desenvolvimento do turismo e juntamente com este, vem aumentando a especulação imobiliária, visando a instalação de grandes complexos turísticos e condomínios fechados para veranistas, a Ilha Grande resiste. Gonçalo Coelho - descobridor da Ilha Grande


* Uma revisão histórica, anunciada pelo almirante Max Justo Guedes na "Conferência dos 500 anos" de Angra dos Reis, promovida pela prefeitura em 2002, trouxe à luz a oficialidade sobre o nome do verdadeiro descobridor: o navegante Gonçalo Coelho
Antes deste tratado o navegante André Gonçalves foi por muitos anos considerado o descobridor da Ilha Grande.
Esta revisão foi feita com base na fonte: "Tratado Descritivo do Brasil", de Gabriel Soares de Souza.

Bibliografia:
Apontamentos para a história do Rio de Janeiro, Angra dos Reis e Ilha Grande.
Carl Egbert Hansen Vieira de Mello



juliana  sexo
juiz defora
01/09/2010
e um paraizo sensacional inexquecivel para quem conhece a beleza tao linda de perto que jesus concerve e abençoe um lugar tao cheio de paz
Araceli Muñoz sexo
Malaga (España)
19/08/2010
Hola a tod@s,
No escribo muy bien portugues a pesar de haber vivido 2 años en Rio asi que escribo en castellano, espero que me entendais.
Yo he frecuentado mucho Ilhia Grande en en 1975 y 76. Cuando el Penal existia y nos encontrabamos por la isla con los cazadores de hombres, por si algun preso se escapaba. Par ir a la isla en aquella epoca, solo se podia ir o con el barco que hacia el traslado de presos o alquilando una canoa en Mangaratiba. Solia alojarme en Abrao,en la pousada Mar da tranquilidade, que era lo unico que habia entonces. Recuerdo al Aleman del que habla Magdalena, porque habia que cruzar por su propiedad par ir al otro lado de la isla en vez de dar un gran rodeo en barco yel aleman muy amable nos dejaba cruzar. La verdad es que ibamos alli por curiosidad, la gente decia que era un nazi y en su playa ponia un cartel "playa privada segun decreto de 1946". No se si eran ciertas las historias que contaban de el, pero decian que tenia una gran pinacoteca y una pequeña pista de aterrizaje, que se hacian reuniones en su casa y la gente llegaba en avioneta. A nosotros que teniamos 23 años entonces, lo que mas nos sorprendia es que habia una pequeña aldea cerca de su casa y todos los niños eran rubios con los ojos claros, pensabamos que eran todos hijos suyos, la verdad es que parece un poco extraño todo esto. Asisti a la fuga del hombre de oro de Brasil, un ex comisario y pudimos salir de la isla de milagro porque prohibieron la salida de la isla a todo el mundo. Tbien conoci a Madame Sata,con su larga melena blanca, que nos contaba historias terribles para no dormir. La vida en esa isla era maravillosa y es una pena que se haya convertido en un lugar tan turistico. No he vuelto a ir desde entonces porque ya no vivo en brasil pero seguro que se me partiria el corazon de verla ahora
mauro sexo
Rio de Janeiro
03/03/2010
Esse senhor de apelido alemão que a senhora fala abaixo, criou e deixou alguns jacarés na Ilha .Hoje existem varios deles na praia de lopes Mendes .Esta ate no youtube.Procurem la jacare na ilha grande.Esse senhor que os deixou la.
Abraços...
Giovanni sexo
Uberlândia MG
25/02/2010
Olá para todos amantes da Ilha da Magia!
Meu comentário refere-se à linda estória da MAGDALENA CUERVAS.
Creio que vc não deva desistir de continuar dessa "saga".
Até pq sou um turista fanático pela ilha e gostaria de fazer um pequeno comentário sobre o que disse a respeito do lixo encontrado em Lopes Mendes.
Pode até ser que esteja errado, mas é só observar a geografia do local, para constatar que esse lixo não é poveniente da ilha; e sim do Rio de Janeiro e de embarcaçôes de toda espécie.
Vc, Magdalena, já tem um lindo legado à respeito à Ilha, e gostaria muito que lutasse por ele.
Um cordial abraço,
Giovanni
Marisa Pavan Ribeiro sexo
São Paulo
01/01/2010
Meu pai Dr. Yves Ribeiro foi médico do Lazareto e da Colonia Penal de Dois Rios, entre 1939 e 1948. Meus irmãos nasceram na Ilha e minha mãe tem muitas fotos desta época: da Capela de Santana, do predio e instalações do presidio do Lazareto, dos presos dos funcionarios inclusive do Dr.Sardinha que foi padrinho de meu irmão etc.Enfim são muitas fotos que tenho a certeza que muitas pessoas interessadas na antiga história da Ilha iriam ficar fascinadas. Se houver interesse de alguem em contar a história da Ilha por favor entrar em contato no meu e-mail, pois não posso deixar essas fotografias ficarem fora de toda documentação e registros importantes! Abraços a todos que como eu amam a Ilha Grande e trabalham por sua preservação!
Lilian Abreu Morris sexo
USA
30/12/2009
Sou cidade Brasileira mas moro aqui no USA. Em Dezembro de 2010 estarei ai em Ilha Grande para conhcer. Sempre ouco que e o lugar mas lindo! Tenho serteza que vamos amar. Quero mostra para meu marido as grandes belezas da nossa amada e idolatrada Terra. Gostaria de saber se tem alguns lugares que nao posso deixar de ir. Obrigada,tenham um bom dia.
Sueli Coutinho  sexo
Rio de Janeiro
01/10/2009
Tenho pouca coisa a acrescentar, mas o meu pai, Guido Soares Coutinho, contava que o avô dele, Guido Soares Ferreira, era agronomo na Colonia Penal Agricola na Ilha Grande, e isto deve ter ocorrido por volta de 1930. Parentes me diziam que se eu visitasse a Ilha fosse ao Cemiterio Local que acharia os nomes da familia por lá, mas nunca consegui. Quando visitei a Ilha, há uns 10 anos atraz, e fui procurar onde era o cemiterio, me disseram que já não existia, e que casas tinham sido construidas lá. Isso é verdade?
JOAO YOSHIDA sexo
japao
14/08/2009
Estou procurando fotos da ilha da gipoia de uns 40 anos atras, afim de fazer um trabalho da trajetoria dos estudos de uma pessoa que residiu na ilha na epoca. Espero ter algum retorno.
Abracos Joao
zinhoneto@hotmail.com
Fáttima sexo
Sampa
08/04/2009
Não visitei ainda essa ilha, mas parece ser imensamente linda! Terei imenso prazer em visitá-la!!!
Magdalena Thaler Cuevas sexo
São Paulo - SP
04/04/2009
Meus caros amigos, Ilha Grande para mim é uma lição de vida. A minha historia vocês vão gostar e vão comprovar que não estou mentindo.
Eu morei na ilha de agosto de 1966 a fevereiro de 1967, tinha apenas 10 anos, minha mãe era governanta para um executivo da Panam Air por muitos anos e este senhor chutou o pau da barraca com 44 anos e mudou-se para a então Fazenda Aroeira, que ele comprou em 1963 por apenas US$ 5.000, ele se encheu de ser executivo e foi embora para sua querida e amada ilha. Ele era conhecido em Abrão e nas outras partes da ilha como o "alemão da macaca" porque ele tinha uma macaca barriguda de estimação, a primeira era a Claudia e a segunda Xuxa. Quando ele decidiu ir para a Ilha levou minha mãe para cuidar da casa, comida e roupas e como eu tive sérios problemas com a escola ela me tirou do grupo escolar e me levou para a Aroeira, onde aprendi a nadar ,mergulhar, pescar, remar, subir e descer montanhas, andar nas matas, morrer de medo de cobras e aranhas, mas tinha respeito por elas, ficava o mais longe possível. Naquele tempo não se via uma única luzinha no continente, aliás o continente era outro mundo. Para se chegar lá eram 3 horas de balieira de Angra, atravessando a Ponta Grossa e muitas vezes com vento sudoeste.
A minha mãe preocupada com meus estudos resolveu pedir a conta e retornar à civilização, mas nunca perdemos o contato com esse sr. que era temido por muitos na Ilha, mas não passava de fachada, nós o conheciamos como a nossa alma. Fiquei noiva, casei e tive filhos e sempre o visitamos a cada um ou dois anos, até a morte dele em fevereiro de 1998 com embolia pulmonar.
Tivemos em duas situações famosas na ilha, a primeira em dezembro de 1985 estávamos no hotel Paraíso deitados na praia quando o helicoptero cinza e vermelho sobrevou a ilha, eu disse ao meu futuro marido na época, acho que alguem escapou do presídio, poucos minutos depois o helicoptero retorna sentido continente. Quando retornamos à terra firme ficamos sabendo que era a espetacular fuga do Escadinha. Em outubro de 1992, mais uma vez estávamos na Ilha Grande hospedados no Tio Peter, como o chamávamos, quando ele desceu da montanha onde tinha seu rádio amador dizendo que o helicoptero onde estava Ulysses Guimarães tinha desaparecido. E naquele dia deu vento suoeste muito forte.
Infelizmente com a morte do Tio Peter em 98 meus filhos não queriam mais ir para lá, ficou um buraco na Aroeira que já não era mais a mesma coisa. E agora com a invasão de turistas, já se vê lixo por todas as partes. Quando nós íamos na Lopes Mendes não tinha uma única pegada de humanos na areia, agora imperam as garrafas pet entre outros lixos. É uma pena. O privilégio que eu tive de conhecê-la ainda virgem são de poucos. Não tem preço. Um abraço a todos que queiram preservar a ilha.
Ar! sexo
Fpolis
11/03/2009
Obrigadaaa Juan!
Estive em Ilha Grande recentemente e vi o elenco. Não sabia que estavam gravando um filme. Fiquei curiosa ....


Juan sexo
Abraão Ilha Grande
10/03/2009
no dia 12 termina a gravação em Dois Rios do filme 400 contra 1 ( 400x1).. filme super maneiro!!
qndo lançar no cinema assistem vale a pena!!
muito show!!



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